Com o novo salário mínimo de R$ 1.621 em 2026, muitos trabalhadores CLT ficam em dúvida sobre a nova margem consignado CLT.
A grande questão é: apenas quem ganha o piso nacional tem aumento de crédito ou todos se beneficiam?
Neste guia completo, vamos esclarecer como funciona a margem consignável para diferentes faixas salariais.
Nova margem consignado CLT em 2026: quem realmente se beneficia com o aumento?
O reajuste do salário mínimo sempre gera expectativas entre trabalhadores sobre crédito consignado disponível.
Mas nem todos os trabalhadores CLT terão o mesmo impacto na margem consignável em 2026.
Entender quem se beneficia é essencial para planejar suas finanças e aproveitar oportunidades de crédito.
Trabalhadores que ganham salário mínimo: qual a minha nova margem?
Quem recebe exatamente o salário mínimo teve aumento automático na margem consignável.
O limite passou de R$ 531,30 para R$ 567,35 mensais, um acréscimo de R$ 36,05.
Esse valor representa os 35% da renda líquida permitidos por lei para comprometer com consignado.
O cálculo considera o salário líquido após desconto do INSS, que fica em R$ 1.499,42.
Aplicando 35% sobre esse montante, chegamos aos R$ 524,80 de margem disponível mensalmente.
Salários acima do mínimo têm aumento de margem consignável?
Se você ganha acima do salário mínimo, seu aumento de margem não é automático.
Ele depende do reajuste salarial negociado pelo seu sindicato ou concedido pela empresa.
A margem continua sendo 35% do salário líquido, mas só aumenta quando seu salário aumenta.
Por exemplo, quem ganha R$ 3.000 líquidos tem margem de R$ 1.050 (35% de R$ 3.000).
Se houver reajuste de 7% no salário, subindo para R$ 3.210, a margem passa para R$ 1.123,50.
O aumento da margem é sempre proporcional ao reajuste que você receber no salário.
Como o dissídio da sua categoria profissional afeta a margem consignável?
O dissídio salarial é o principal mecanismo de aumento de renda para quem ganha acima do mínimo.
Ele impacta diretamente sua margem consignável, pois aumenta a base de cálculo dos 35%.
Conhecer o dissídio da sua categoria é fundamental para planejar contratações de crédito.



















































































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