Entender as regras do empréstimo consignado CLT é fundamental para quem deseja potencializar as finanças por meio dessa modalidade. Com a facilidade de pagamento por meio de desconto em folha, faz com que novas operações sejam feitas de forma ágil.
Uma das dúvidas recorrentes é sobre se existe algum valor mínimo que é exigido para que o trabalhador CLT contrate empréstimo consignado privado. Entenda neste artigo o impacto da renda mensal e como funciona a margem consignável.
Empréstimo consignado CLT: qual o salário mínimo exigido?
Não existe um salário mínimo fixado por lei para poder contratar um consignado privado. Teoricamente, qualquer trabalhador com carteira assinada (CLT) pode solicitar.
A regra mais importante na modalidade de empréstimo consignado é a margem consignável, que significa o quanto do salário líquido pode ser comprometido com o pagamento de parcelas de crédito consignado.
Veja qual a margem consignável para CLT:
| Modalidade | Porcentagem |
|---|---|
| Empréstimo consignado | 35% |
| Cartão de crédito consignado | 5% |
Salário mínimo na modalidade de consignado CLT
Em 2026 o Governo Federal determinou que o salário mínimo será de R$ 1.621. Com isso, espera-se que este seja o mínimo que várias categorias profissionais recebem mensalmente. Com esse valor já é possível contratar empréstimo consignado.
Exemplo
- Lúcia trabalha como recepcionista de carteira assinada e ganha o salário no valor de R$ 1.621. Sua margem consignável será de R$ 567,35 em 2026.
Como calcular a margem consignável
A Konsi tem uma calculadora gratuita e simples de usar que mostra a sua margem consignável de 2026 para trabalhadores CLT.
Veja o passo a passo de como usar:
- Acesse a calculadora de margem consignável aqui.
- Insira sua renda líquida mensal.
- Escolha seu vínculo empregatício (INSS, servidor público ou CLT).
Como contratar empréstimo consignado CLT
A Konsi ajuda milhares de pessoas na contratação de empréstimo consignado. Por meio de um aplicativo, o comparador entrega as melhores opções de taxas do mercado.
São mais de 20 bancos parceiros autorizados pelo Banco Central a realizarem operações de crédito consignado.
Quem pode contratar o consignado CLT
- Trabalhadores CLT: qualquer pessoa com contrato de trabalho regido pela Consolidação das Leis do Trabalho no setor privado.
- MEI: microempreendedores individuais por meio de linhas específicas que utilizam a formalização do CNPJ para análise de crédito.
- Trabalhadores rurais: funcionários de fazendas e agronegócios com registro formal.
- Empregados domésticos: profissionais necessitam estar devidamente registrados no eSocial pelos seus patrões.
Garantia no empréstimo consignado CLT
A modalidade de empréstimo consignado é conhecida por ter as taxas de juros mais baixas do mercado. Isso ocorre pela garantia de pagamento que deixa o risco de inadimplência em praticamente zero.
Entenda como funciona a garantia na modalidade de consignado privado:
- Garantia do desconto em folha: o pagamento é garantido porque a empresa retira o valor da parcela antes de cair na conta, o que diminui drasticamente o risco de inadimplência.
- Garantia do saldo do FGTS: possibilidade de utilizar até 10% do saldo total disponível nas contas do FGTS como garantia para o empréstimo.
- Garantia da multa rescisória: em casos de demissão sem justa causa, o banco pode reter até 100% do valor da multa rescisória de 40% paga pelo empregador.
Isenção do Imposto de Renda movimenta crédito consignado CLT
O Governo Federal anunciou que a partir de 2026 quem ganhar até R$ 5 mil por mês terá isenção total do Imposto de Renda. Isso gera impacto direto na margem consignável, liberando mais espaço para novas operações de crédito consignado.
Vale lembrar que a margem consignável para empréstimos é de 35% do valor líquido. Quando o governo deixa de descontar o IR, esse valor integra a base de cálculo da margem.
Esse aumento de cerca de R$ 100,00 na margem mensal não parece muito à primeira vista, mas quando transformado em valor total de empréstimo, ele pode liberar entre R$ 4 mil e R$ 5 mil extras em dinheiro na sua conta, dependendo das taxas de juros vigentes.



















































































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