O novo teto do INSS para 2026 foi oficializado pelo Instituto Nacional do Seguro Social em janeiro deste ano, representando um reajuste de 3,9% em relação ao valor do ano anterior.
Esse aumento foi definido com base na variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de 2025 e serve como o limite máximo tanto para o pagamento de benefícios previdenciários quanto para a base de cálculo das contribuições mensais dos trabalhadores.
Além disso, entender os valores do teto é importante para o planejamento financeiro de quem deseja contratar novo empréstimo consignado INSS em 2026.
Entenda nos tópicos abaixo qual o valor do teto INSS 2026.
O que é teto do INSS?
O teto do INSS significa o valor máximo que a Previdência Social pode pagar a um beneficiário e o valor máximo sobre o qual o segurado precisa pagar a contribuição mensal.
Ninguém recebe uma aposentadoria, pensão por morte ou auxílio-doença maior que o valor do teto, independentemente de quanto ganhava quando trabalhava. Caso o trabalhador ganhe salário acima do teto, o desconto do INSS não será sobre o valor total, será sobre o valor do teto.
Qual o teto do INSS em 2026?
Segundo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com reajuste de 3,9%, o teto do INSS chega a R$ 8.475,55 em 2026. A mudança é regulamentada pela Portaria Interministerial MPS/MF Nº 13 e publicada em 9 de janeiro de 2026.
Por outro lado, o piso mínimo para este ano foi estabelecido em R$ 1.621,00 e está em vigor desde 1° de janeiro de 2026. Outra atualização é a diária paga ao segurado ou dependente que precisa se deslocar para exame médico-pericial ou processo de reabilitação profissional. Por determinação do INSS, o valor é de R$ 141,63.
Faixas de contribuição ao INSS
Entenda os percentuais de contribuição para trabalhadores empregados, domésticos e avulsos:
- 7,5% para quem ganha até R$ 1.621,00
- 9% para quem ganha entre R$ 1.621,01 e R$ 2.902,84
- 12% para quem ganha entre R$ 2.902,85 e R$ 4.354,27
- 14% para quem ganha de R$ 4.354,28 até R$ 8.475,55
Por que não recebo o teto INSS?
Muitas pessoas contribuem sobre o teto a vida toda, mas não recebem o valor máximo na hora de se aposentar. Isso acontece por dois motivos:
Média salarial: o cálculo do benefício é feito com base na média de todas as contribuições desde julho de 1994. Se em algum período ganhar menos, a média cai.
Regra de cálculo: para receber 100% da média, é necessário um tempo de contribuição muito longo (40 anos para homens e 35 anos para mulheres). Caso contrário, o segurado recebe apenas uma porcentagem dessa média.
Como funciona o reajuste das aposentadorias?
Segundo o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), desde fevereiro de 2004 os reajustes ocorrem com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Esse índice é apurado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e tem o objetivo de garantir a preservação do valor real dos benefícios frente à inflação.
O reajuste do valor das aposentadorias pode ser diferenciado para os benefícios que têm o valor correspondente a um salário mínimo e para os que ultrapassam esse valor. A correção será proporcional ao número de meses em que o benefício foi concedido.
Vale destacar que eventuais correções nos valores dos benefícios previdenciários podem ocorrer em situações específicas como possíveis alterações nas regras de cálculo ou de reajuste, mudanças na legislação previdenciária ou decisões judiciais.
Como são calculados os benefícios?
O valor do benefício do INSS é calculado considerando alguns requisitos. O principal é o histórico de contribuições do segurado. A legislação atual determina que sejam consideradas as contribuições a partir de julho de 1994.
Além disso, o tipo de benefício solicitado, a idade do segurado, expectativa de vida e eventuais regras vigentes na época da concessão do benefício podem influenciar.
Benefícios com valores fixos
De acordo com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), há benefícios previdenciários com valores fixos. Veja quais são:
- Benefício de Prestação Continuada (BPC/LOAS): R$ 1.621,00
- Benefício pago a seringueiros e seus dependentes: R$ 3.242,00
- Cota do salário-família: R$ 67,54 para o segurado com remuneração mensal não superior a R$ 1.980,38
Mudanças nas aposentadorias em 2026
Com a Reforma da Previdência, o Governo Federal estabeleceu regras de transição da aposentadoria para quem já contribui com o INSS antes da reforma. O regime prevê mudanças graduais nas condições com ajustes anuais até 3031.
Veja o que muda:
- Tempo de contribuição: permanece em 30 anos para mulheres e 35 para homens.
- Regras dos pontos: pontuação mínima será de 93 pontos para mulheres e 103 para homens.
- Idade mínima: mulheres passam a precisar de, no mínimo, 59 anos e seis meses. Os homens precisam de idade mínima de 64 anos e seis meses.
Isenção de Imposto de Renda para aposentados
Aposentados pagam Imposto de Renda, mas existem regras específicas que possibilitam a isenção do IR, seja ela total ou parcial. Entenda como funciona:
- Isenção geral: aposentados e pensionistas que ganham até R$ 5 mil estão totalmente isentos.
- Isenção adicional: aposentados acima de 65 anos têm direito a "dupla isenção", que na prática funciona como uma parcela adicional isenta de R$ 1.903,98.
- Isenção por doença grave: independente da idade ou do valor da aposentadoria, pessoas acometidas por certas doenças graves são totalmente isentas.



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