O cartão consignado tem se tornado cada vez mais popular entre aposentados, pensionistas e servidores públicos. Isso porque, por se tratar de crédito com taxas de juros mais baixas, ele parece ser uma opção atraente para muitos.

No entanto, surgem preocupações sobre o potencial de gerar uma "dívida infinita", onde as parcelas parecem nunca diminuir. Será que o cartão consignado realmente pode levar a uma armadilha financeira sem fim?

A verdade é que, em alguns casos, o cartão pode, sim, gerar uma dívida que parece difícil de quitar. No entanto, isso só acontece quando o tomador de crédito não sabe como funciona o pagamento do cartão. Ou, ainda, quando o cliente é vítima de más práticas do mercado de consignado.

Neste artigo, vamos explorar essa questão com a ajuda de Rafael Seixas, economista especializado em crédito consignado da Konsi, que revela como contratar um cartão consignado com segurança. Continue lendo!

O que é dívida infinita?

O termo "dívida infinita" refere-se a uma situação financeira em que uma pessoa, apesar de pagar regularmente parte da dívida, nunca consegue reduzir significativamente o saldo devedor.

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Isso pode ocorrer devido a diversos fatores, como altos juros, condições desfavoráveis do contrato de empréstimo ou uso contínuo de crédito sem um plano de pagamento adequado. A seguir, vamos explorar em detalhes o conceito de dívida infinita, como ela pode surgir e como evitá-la.

Quando eu posso ser vítima da dívida infinita?

Existem alguns casos de contração de crédito que te tornam um alvo fácil para o acúmulo de dívidas. Ou seja, é possível que você não consiga quitar todo o saldo devedor quando:

Quando contrata crédito com juros altos

Quando as taxas de juros são muito altas, a maior parte do pagamento mensal pode ser destinada aos juros, deixando pouco ou nada para abater o principal da dívida.

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Isso cria um ciclo onde o saldo devedor permanece praticamente inalterado. Por isso, o ideal é optar por modalidades de crédito mais baratas, como o crédito consignado ou financiamento.