Muita gente fica confusa sobre quanto pode pegar de empréstimo com a nova faixa de isenção do IR.

A isenção começou em janeiro de 2026 e pode colocar até R$ 312,89 a mais no seu bolso todo mês.

Vamos explicar como isso afeta sua margem para empréstimo consignado e quanto você pode contratar.

Como a nova faixa de isenção do IR até R$ 5 mil aumenta minha renda disponível para empréstimo?

Entender o impacto da isenção do IR na sua renda é fundamental para planejar melhor seus créditos.

A mudança entrou em vigor em janeiro de 2026 e beneficia milhões de trabalhadores brasileiros.

Vamos ver em detalhes como funciona e quando você pode aproveitar essa vantagem na prática.

Quanto sobra no bolso com a isenção: economia mensal de até R$ 312,89

Quem ganha até R$ 5.000 por mês deixou de pagar Imposto de Renda a partir de janeiro de 2026.

Isso representa uma economia de até R$ 312,89 mensais ou cerca de R$ 4.356,89 por ano.

O valor exato da economia depende de quanto você ganha e das deduções que você tinha antes.

  • Para salários entre R$ 5.000,01 e R$ 7.350, há um desconto parcial e progressivo no imposto.
  • Quanto mais próximo de R$ 5.000, maior a economia; quanto mais perto de R$ 7.350, menor o desconto.
  • Acima de R$ 7.350, a tabela progressiva antiga continua valendo normalmente sem alterações.

Como o aumento da renda líquida impacta a margem consignável

A margem consignável é calculada sempre sobre o salário líquido que você recebe mensalmente.

Com a isenção do IR, seu salário líquido aumentou porque você deixou de ter esse desconto.

Isso significa que os 35% permitidos por lei agora incidem sobre um valor maior.

Exemplo prático:

  • Salário bruto: R$ 5.000
  • IR antes (estimado): R$ 312,89
  • Salário líquido antigo: R$ 4.687,11
  • Margem antiga (35%): R$ 1.640,49

Com a isenção:

  • Salário bruto: R$ 5.000
  • IR agora: R$ 0
  • Salário líquido novo: R$ 5.000