Entendendo a margem consignável e seus impactos para os servidores públicos

Saiba como a margem consignável pode afetar suas finanças e aprenda a usá-la de forma responsável e eficiente.

16/05/2023 às 20:51 | Atualizado 05/10/2023 às 23:53 | Tempo de leitura: 2 minutos

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O que falaremos nesse artigo:

1. O que é margem consignável

2. Como calcular margem consignável

3. Impactos da margem consignável nas finanças

4. Utilizando a margem consignável de forma responsável

O que é Margem Consignável

A margem consignável é o limite máximo do valor da renda do servidor público que pode ser utilizado para comprometer com créditos consignados e cartão de crédito consignado. Esse parâmetro garante que o tomador de crédito não comprometa demasiadamente sua renda, diminuindo as chances de endividamento e garantindo condições mínimas para arcar com outras despesas.

No caso dos servidores públicos, o limite da margem consignável, em geral, é de até 35% da renda líquida mensal. Desse percentual, 30% pode ser utilizado para empréstimos e financiamentos consignados, e os 5% restantes são destinados exclusivamente para o cartão de crédito consignado. Sendo que essa configuração de uso da margem pode variar. Pois, em alguns convênios, por exemplo, não há opção do cartão de crédito consignado.

Como calcular margem consignável

Antes de contratar um empréstimo consignado, é fundamental saber quanto de margem consignável você possui e se a operação está dentro de seus limites. Para calcular a margem consignável, considere o seguinte exemplo:

1. Calcule sua renda líquida mensal (descontando os impostos e contribuições) e determine os 35% dessa quantia.

2. Verifique os valores das parcelas de outros empréstimos consignados e desconte-os do total de 30% da margem consignável.

3. Desconte os valores referentes ao uso do cartão de crédito consignado do total de 5% da margem disponível.

4. O saldo resultante é o quanto você poderá comprometer com um novo empréstimo consignado.

Impactos da margem consignável nas finanças

É fundamental entender que, mesmo que a margem consignável seja uma medida protetiva, seu uso inadequado pode gerar dificuldades financeiras ao comprometer uma parte considerável da renda mensal. Isso pode resultar na falta de recursos para o cumprimento de outras responsabilidades e compromissos financeiros.

Por outro lado, o crédito consignado pode ser uma alternativa interessante para reorganizar finanças e quitar dívidas com taxas de juros maiores, como cheque especial e dívidas de cartão de crédito no rotativo. A chave é utilizar a margem consignável de forma consciente e responsável, além de buscar sempre os menores juros e boas condições de prazo e pagamento.

Utilizando a margem consignável de forma responsável

Aqui estão algumas dicas para utilizar a margem consignável de maneira responsável evitando problemas financeiros futuros:

1. Utilize o crédito consignado como última opção e para fins específicos.

2. Não comprometa mais do que 15% a 20% de sua renda líquida mensal com empréstimos consignados.

3. Antes de contratar um empréstimo, faça uma análise completa de sua situação financeira, incluindo as despesas mensais, dívidas e necessidades de investimento.

4. Compare sempre as propostas de diferentes instituições financeiras e escolha aquela que oferece a menor taxa de juros e melhores condições de pagamento.

5. Faça um planejamento financeiro e siga-o à risca para evitar surpresas no futuro e garantir a quitação do empréstimo.

6. Use o aplicativo Konsi para ter acesso a empréstimos consignados com as menores taxas possíveis.

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